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Controle das Doenças Crônico-Degenerativas Imprimir E-mail

1 – Controle do Diabetes – o diabetes é um dos principais desafios a serem enfrentados na área da saúde durante este milênio. Além do mais, é fato que esta enfermidade não aflige somente as nações mais desenvolvidas, mas alcança, muitas vezes, as comunidades carentes e desfavorecidas. Atualmente o Diabetes Mellitus é considerado uma das principais doenças de evolução crônica que acometem o homem moderno em qualquer idade, condição social e localização geográfica.

O aumento da prevalência do diabetes em países em desenvolvimento vem sendo observado nas últimas décadas, fato este decorrente em grande parte do acelerado processo de transição demográfica e epidemiológica em curso nesses países. Pacientes diabéticos têm maior propensão em desenvolver hipertensão, arteriosclerose, doenças oculares, doenças renais, e devem principalmente estar atento a feridas não cicatrizantes em extremidades do corpo (pés, pernas, e mãos) que podem levar à amputação do membro.

Essa doença é de importância para população idosa pela elevada freqüência de ocorrência e pelo fato de acarretar complicações macrovasculares (doença cardiovascular, cerebrovascular e de vasos periféricos) e microvasculares (retinopatia, nefropatia e neuropatia). Essas complicações contribuem para a queda da qualidade de vida dos idosos, além de determinar aumento de consumo de recursos em saúde e mortalidade. O avanço tecnológico trouxe aos diabéticos os benefícios do tratamento, o que influenciou favoravelmente no prolongamento de suas vidas e, conseqüentemente, no aumento da prevalência da doença, que aumenta com o decorrer da idade. Como a população de idosos também está aumentando a nível mundial, o DM atinge bastante esse grupo etário.

A vida moderna, com mudanças de hábitos alimentares, estresse de adaptação às grandes cidades e pouco tempo para atividades físicas, em muito favorece a obesidade e o sedentarismo, fatores que predispõem ao aparecimento do Diabetes Mellitus; fatores estes que são muito freqüentes nos idosos. A alta prevalência de doenças reumática, neurológica e cardiovascular limita muita a atividade física, e alterações na composição corpórea, como aumento da massa adiposa e diminuição da muscular, contribuem para a obesidade.

2 – Controle da HAS – a hipertensão arterial sistêmica (HAS) ou pressão alta é uma moléstia que tem acometido diversas pessoas do mundo e tendo sido um fator relevante no estabelecimento da causa mortis mais em países desenvolvidos do que naqueles em desenvolvimento. A HAS é uma doença crônica que afeta cerca de 20% da população adulta, sendo que a metade dos hipertensos desconhece a própria enfermidade. Pode evoluir sem sintomas por mais de 20 anos e, quando não tratada, causa lesões em diversos órgãos e sistemas, produzindo graves complicações e contribuindo para o aumento da aterosclerose, podendo determinar sérias complicações, invalidez e levar ao óbito. A incidência de hipertensão arterial (HA) ocorre com mais freqüência entre os 30 e os 55 anos de idade, podendo-se então avaliar os prejuízos para o ser humano e para a sociedade. A HA, bem como suas complicações, pode ser controlada, bastando que se conheça melhor essa doença.

A HA ocorre em cerca de metade das pessoas idosas e está entre as principais causas de doenças cérebro-vasculares, cardiovasculares e renais. É uma das principais causas da doença das coronárias (angina de peito e infarto do miocárdio), sendo também a principal fator de acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH). Também é uma das três principais causas que levam a aposentadoria por invalidez, juntamente com os distúrbios mentais e às doenças osteo-articulares. Há 20 anos somente 15% das pessoas hipertensas eram tratadas, porém o reconhecimento da sua importância como fator de risco das doenças cardiovasculares fez com que atualmente cerca de 60% das pessoas hipertensas estejam sendo tratadas. O tratamento da hipertensão é fundamental, pois o seu controle efetivo é a principal arma contra a doença vascular cerebral e contra as doenças das artérias coronárias. Deve ser iniciado por diminuição da ingestão de sódio, perda de peso, e prática regular de exercícios físicos. O álcool, o fumo, e a emoção são fatores que devem ser controlados. O uso de remédios antihipertensivos deve ser feito com critério e consciência de seus efeitos colaterais.

3 – Controle da Obesidade – em função da prevalência crescente, a obesidade é considerada um problema de saúde pública de importância relevante, tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento, ocorrendo de forma paralela à diminuição progressiva da energia gasta em atividades laborais, ocupacionais, no lazer, no cumprimento de afazeres domésticos e em decorrência de modificações nos padrões alimentares.

A obesidade pode, em média, reduzir mais de uma década de vida de uma pessoa e para homens negros esta pode encurtar em torno de 20 anos, indicam os resultados de um novo estudo nos EUA. Os achados consubstanciam a idéia de que o excesso de peso corporal é um problema de saúde, e pode incitar médicos e publicações oficiais de saúde a redobrar os esforços para indexar o crescimento epidêmico da obesidade. "O excesso de peso não recebeu a mesma atenção de clínicos e legisladores como receberam outros tratamentos de saúde como o uso de tabaco, a hipertensão, ou o colesterol elevado". "Não é surpresa que as taxas de obesidade continuem a subir". Os resultados mostram que "a obesidade exerce um efeito profundo na expectativa de vida".

Obs – para todos os treinamentos acima relacionados serão fornecidos documentação científica confeccionados, como apostilhas e outros materiais.

 

 

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