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Política de Medicamentos II Imprimir E-mail

Medicamentos Homeopáticos – em todos os lugares do mundo as pessoas utilizam remédios caseiros. Em vários locais, as formas mais antigas e costumeiras de curar alguém são passadas de pais para filhos durante dezenas, centenas e até milhares de anos. Muitos desses remédios caseiros possuem grande valor, ou seja, produz com certa eficiência ou efeito desejado. Outros, nem tanto, e alguns deles podem ser tão perigosos que ao invés de produzir melhoras, causam mal a quem fizer uso deles. Portanto, os remédios caseiros assim como os medicamentos alopáticos modernos devem ser utilizados com cuidado, pois a diferença entre o medicamento e a droga está apenas na dosagem.

Para muitas doenças, alguns remédios caseiros provaram ao longo do tempo, que são tão eficientes quanto os medicamentos modernos – e às vezes até melhores. Na maioria das vezes, são mais baratos e quase sempre menos agressivos (perigosos) para o organismo. Por exemplo, muitos chás de ervas feitos em casa para o tratamento da tosse e de resfriados são tão bons e causam menos problemas do que xaropes e medicamentos alopáticos. Alguns chás e água adoçada dados pela mãe (o soro caseiro, é um belo exemplo disso) utilizados contra a diarréia em geral, são melhores do que a maioria dos medicamentos modernos.

Algumas enfermidades melhoram com remédios caseiros e outras podem ser melhores tratadas com medicamentos modernos, sendo que isto é verdadeiro para a maioria das infecções graves como a febre tifóide, doenças sexualmente transmissíveis, apendicite, pneumonia, tuberculose, infecções intestinais e urinárias, entre outras.

Uma das práticas que mais caracteriza a medicina alternativa é o uso de ervas e plantas medicinais, muitas das quais descobertas e utilizadas há séculos por populações tradicionais como indígenas, caiçaras (variedade de caipira, praianos), caipiras, ribeirinhos, castanheiros, trabalhadores das matas, entre outras. Grande parte dos fármacos tradicionais terminou assimilada pela farmacopéia popular, sendo ainda hoje muito apreciada por fração significativa da população, inclusive de origem urbana.

A existência de uma farmácia alternativa nos dá a certeza de que deve ser incrementada cada vez mais, possibilitando a incorporação de uma maior quantidade de ervas e plantas medicinais, fomentando a possibilidade da população cultivar hortas ou jardins medicinais, sabendo utilizar a flora existente através de treinamentos e assistência técnica. A farmácia alternativa deverá também ser desenvolvida cada vez mais, objetivando preparar um elenco de medicamentos alternativos básicos para a população, especialmente a carente, e com isso diminuir as despesas com aqueles medicamentos, particularmente, os sintomáticos.

Obs – para todos os treinamentos acima relacionados serão fornecidos documentação científica confeccionados, como apostilhas e outros materiais.

 

 

 

 

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